Daniel Wildt Agora

Olá! Esta é a minha lista "Daniel Wildt Agora". Provocações e novidades diretamente no seu email. 

Se você veio só para assinar a lista, rola a página pro final que vai aparecer o formulário. 

Talvez você tenha vindo aqui para deixar seu email, esperando uma recompensa depois do preenchimento. Não vai ser o caso. Você pode escolher se cadastrar na minha lista. E eu indico que faça isso, mas pelo motivo certo: viver essa jornada de aprendizado comigo. Eu vou comunicar o que estou estudando e o que estou aprendendo e refletindo. E também gerar algum aviso sobre um vídeo que vai ser publicado e coisas do tipo.  

Agora, tudo o que poderia pensar em deixar como recompensa, já deixo aberto aqui para você poder ler, baixar, ouvir, escutar. Como preferir. 

O que estou fazendo AGORA:
  • Organizando meus projetos de Crowdfunding recorrente, no apoia.sepatreon, para que as pessoas possam contribuir nas minhas produções de conteúdo. 
     
  • Rodando o Grupo de Mentoria Daniel Wildt (turma nov/2019 - fev/2019). Em março nova turma. 
     
  • Tocando uMov.me, revolucionando a transformação das empresas pro mundo em que precisamos estar presentes e conectado com as nossas pessoas. 
     
  • Tocando Wildtech, criando novas iniciativas de aprendizagem. Sugiro que você conheça o E3, nosso meetup.  
     
  • Treine Basquete, minha iniciativa de basquete. Eu quero treinar e desenvolver o mercado de basquete. Estudando, verifiquei que este processo de treinamento é diferencial e pode servir para fins de performance ou simplesmente saúde.  
     
  • Estudando sobre processos de aprendizagem e como podemos melhorar o ensino no Brasil. Se liga no Desenlatar caso queira melhorar junto comigo. 
     
  • Estudando sobre formação de pessoas desenvolvedoras de software e como podemos formar mais pessoas, mais rápido. Se liga no OpenHackRS caso você queria participar disso comigo. 
Como eu me organizo para garantir que consigo fazer tudo o que eu quero? 
Conteúdos que considero relevantes para quem tem interesse nos assuntos que eu me interesso: 
  • Segurança psicológica. Deveríamos sempre apoiar pessoas nas suas jornadas, dando a elas um ambiente seguro psicologicamente. Um ambiente para que elas possam se expressar. Para que elas possam ser quem elas são. Para que elas possam dar o seu melhor. E que possam dizer o que sentem e como se sentem. Eu acompanho pessoas que vivem em sofrimento, em trabalhos que não gostam, mas porque encontram alguma dependência para se segurar. Normalmente financeira. Precisamos estabelecer que existem muitas empresas para se trabalhar e diferentes oportunidades. E que não deveríamos aceitar ambientes tóxicos e pessoas tóxicas. 
     
  • Encaixar ou pertencer? Sempre pertencer. Toda vez que alguém pedir para você mudar, toda vez que alguém pedir para você se adaptar, para que você funcione no modo que outros desejam, pense bem. Em muitos casos, esse pedido é uma violência contra a sua maneira de ser. E por vezes acreditamos que para sermos melhores, para podermos participar de certo grupo, precisamos ser como outras pessoas. Você precisa ser como você é! Encontre sua comunidade, encontre o seu lugar, um lugar onde você possa ser quem você é. Pertença!!! 
     
  • CNV e PNL. Em 2007 foi a primeira vez que tive contato com a Programação Neurolinguística (PNL), assunto que me especializei durante três anos (2011-2013), atingindo uma série de certificações (quase parecido com aquelas certificações de 2 dias hein :P). Em 2014 comecei a ter contato com assuntos como Justiça Restaurativa, Psicologia Cognitivo Comportamental, Psicologia Positiva e finalmente chego na Comunicação Não Violenta, a CNV. O aprendizado sobre o processo de escuta tem sido muito importante na minha vida. 
     
  • Sobre certezas. A única certeza que eu tenho é que nada é certo. Também tenho a chance de conviver com pessoas que possuem diversas certezas sobre como alguma coisa deveria funcionar. Confesso que tenho muita dificuldade de estar com estas pessoas, e normalmente me afasto. Isso já me fez perder trabalhos / clientes. Eu acredito na experimentação e no julgamento do que é meu, no julgamento do que está no meu controle. Qualquer coisa diferente disso é alucinação e portanto deveríamos encontrar formas de medir e entender a realidade. Na Programação Neurolinguística tem um pressuposto que me ajuda muito a viver o que estou vivendo: o mapa não é o território. No pensamento lean, existe um pedido: vá e veja com os seus próprios olhos. Neste trabalho de certezas entrou uma questão bastante importante. O ser vulnerável. Em 2016 comecei a consumir efetivamente materiais da Brené Brown (já foram 8 livros dela até o momento). E aí foi WOW! Comecei a realmente usar todo o potencial da PNL, junto com meus estudos de filosofia estoicista, para poder realmente escutar pessoas e me perceber presente com elas. E me permitir ser vulnerável. O jogo mudou! Passo a não ter nada para esconder, o que gera muuuita incomodação das pessoas quando elas tentam criar alguma situação de medo. 
     
  • Qual o seu limite? Eu gosto de perguntas. Eu comecei com o Qual é o seu tempo... e depois de todas estas incursões, o assunto foi para o qual é o seu limite? O pensamento aqui é o seguinte. Até quando você aguenta não ser quem você é? Ah, é preciso ser flexível, ser adaptativo. Tudo concordo e me adapto muito ao meu mundo. Mas continuo sendo quem eu sou neste novo mundo. Com a minha identidade. Se eu tive a oportunidade de receber um cérebro, e capacidade de raciocinar, quero colocar isso a favor onde eu estiver. Quero voz, quero escuta e quero poder dizer não. Quero poder estabelecer até onde eu vou. Quero poder indicar que não estou bem, que preciso de ajuda, quero poder dizer como estou me sentindo. 
     
  • Cultura ou formação de cultura. É. Posso dizer que vivi tudo o que está neste vídeo algumas vezes, nos diferentes papéis que descrevi. O lance principal é que cultura é resultado do que se faz. Não é o que você cospe quando fala de longe da realidade ou o que está nas apresentações, nos slides. É a realidade. O fato é que poucas empresas estão olhando de verdade para isso. Ficam acreditando em pesquisas de clima, enquanto de forma velada perdem pouco a pouco o controle. Uma hora vai ser tarde demais. Talvez já seja. Cuide da cultura da sua organização. 
Valendo! 

-- Daniel Wildt
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